Serviços

REABILITAÇÃO DO

Recuperação de Estruturas 

S SISTEMAS CONSTRUTIVOS 

O conceito de recuperação estrutural de uma edificação está relacionado diretamente aos processos de reparo, reforço, reconstrução ou substituição de peças que não estejam com desempenho satisfatório, com a finalidade de reabilitação dos sistemas originais. Alguns fatores contribuem para a qualidade da obra, dentre os quais se destacam "Planejamento, Projeto e Construção" de responsabilidade da construtora e "Uso e Manutenção" de responsabilidade dos usuários. Apenas nos casos de vícios construtivos comprovados é que a responsabilidade recairá sobre a construtora, mesmo após o ato da entrega do imóvel.

Qualquer sistema construtivo (estrutural, elétrico, hidrossanitário, contra incêndio, etc.), poderá perder o seu desempenho total ou parcial e necessitará de um processo de manutenção corretiva para o restabelecimento de suas funções. O sistema estrutural é a "espinha dorsal" de uma edificação e  os cuidados com as suas inspeções deverão ser redobrados, visto que, seu funcionamento inadequado, além de causar desconforto aos proprietários, poderá conduzir, caso não haja as devidas intervenções, um colapso na estrutura. Vale salientar que todos os procedimentos investigativos e corretivos deverão ser executados por empresas especializadas, visto a complexidade dos serviços. Um único erro de entendimento de um problema poderá colocar em risco a edificação ou mesmo piorar um processo que poderia ser reparado com relativa facilidade.  

   

A vida útil das edificações 


A vida útil de uma obra nada mais é do que o tempo em que a mesma desempenhará suas funções de forma satisfatória, tanto no que se refere a segurança, quanto nos aspectos de conforto e saúde das pessoas que a habitam. Pode ser definida também como o tempo compreendido entre o início de operação e uso de uma edificação até o momento em que o seu desempenho deixar de atender às exigências mínimas, sendo influenciada pela qualidade de projetos e pelo padrão de construção executada. 

Mesmo que uma edificação seja executada com excelente qualidade, a sua vida útil poderá ser comprometida se não ocorrer adequadamente os processos de manutenções com suas devidas correções ao longo do tempo. O desgaste natural de materiais utilizados nos edifícios é algo que faz parte da própria natureza construtiva. Nenhum material tem vida eterna. Para atingir a vida útil de projeto as edificações necessitam de um plano de manutenção adequado. Em 2013 entrou em vigor no Brasil as Normas Brasileiras de Desempenho (NBR 15.575 – 1 a 6) criando condições paramétricas para balizar direitos e deveres de construtoras e proprietários de imóveis, passando a exigir um desempenho mínimo nas obras residenciais. Estas normas atribuem às construtoras esta responsabilidade, ao mesmo tempo em que deixam a cargo do condomínio a incumbência pelo processo de Manutenção Preventiva ao longo da (VUP). Além das exigências normativas a manutenção de uma edificação deve ser levada a sério porque poderá evitar grandes problemas futuros com ações simples na sua fase inicial onde os custos são relativamente pequenos, com exceção de problemas causados por graves erros construtivos ou de projetos que poderão justificar uma ação de manutenção corretiva com custos relativamente elevados para o restabelecimento do desempenho mínimo. 

  

Quando intervir numa estrutura? 

Toda obra em alguma fase da sua vida útil necessitará de intervenções estruturais para garantir o seu desempenho mínimo, visando a estabilidade e os aspectos estéticos. É claro que as obras projetadas e construídas adequadamente necessitarão de menos intervenções do que outras que não primaram pela qualidade de projetos e da própria construção.

No Brasil, quando alguma edificação começa a apresentar sintomas de problemas estruturais, é quase intuitiva a ação do síndico, administrador ou proprietário em promover cotações com diversas construtoras para as devidas reparações. Geralmente, em um processo de degradação estrutural o que se percebe visualmente são seus efeitos e não as suas causas que devem ser identificadas antes de tudo. Tentar recuperar uma estrutura com causas desconhecidas não garante o sucesso do processo e, às vezes, poderá mascarar problemas complexos, causando aceleração da degradação e até mesmo colapso em uma estrutura que se apresenta aparentemente em ordem, mas que continua “doente” internamente. Muitas causas podem ser apontadas como fatores de degradação do concreto armado, dentre as quais se destacam: ações degradantes no concreto; perda de desempenho estrutural proveniente de falhas no projeto ou de execução; novas cargas não previstas, cargas provenientes de acidentes, envelhecimento natural, envelhecimento acelerado, alteração no tipo de uso da edificação; obsolescência; preservação de obras tombadas; ausência ou deficiência de manutenção. Para evitar o conflito de interesse, o ideal é que a empresa que realize o diagnóstico e aponte a solução dos problemas não seja a mesma que execute as obras. Uma empresa especializada em engenharia diagnóstica que não terá lucro nos resultados financeiros da obra ficará a vontade para especificar os materiais e os procedimentos técnicos que serão necessários  com os menores custos possíveis. Com a realização do diagnóstico e o projeto de recuperação em mãos, o condomínio ou o proprietário poderá fazer uma cotação com as construtoras de sua confiança, visando obter os menores custos possíveis, minimizando as mobilizações com as obras e garantindo a segurança e a valorização imobiliária do imóvel. 

 

Monitoramento Estrutural em Prédios Novos e Antigos

 

EQUIPAMENTO APROPRIADO FAZ TODA A DIFERENÇA

 

É possível descobrir a corrosão anos antes do prejuízo ?

 

SIM É POSSÍVEL !

 

Toda edificação poderá ter sua estrutura monitorada por amostragem e com certa facilidade,  instalando equipamentos específicos no concreto armado para facilitar a medição do potencial de corrosão ao longo do tempo. O ideal é que essas medições sejam efetuadas de forma periódica para constatar a ausência ou não da corrosão, ou acompanhar a sua evolução, caso o processo físico-químico já tenha iniciado, podendo reduzir consideravelmente os custos com os reparos estruturais, dependendo da fase da descoberta do processo corrosivo. 

Para que ocorra uma corrosão é necessário o início de certas reações químicas e eletroquímicas onde a armadura do aço se transforma em diversas formas de óxidos de ferro, conhecidas popularmente por ferrugem. Segundo (CASCUDO, 1997), a evolução desse processo pode provocar um aumento de volume no aço corroído entre 3 a 10 vezes o seu volume original, proporcionando tensões internas no concreto da ordem de 15 Mpa que podem causar fissuras, acelerando a absorção de elementos químicos prejudiciais que geralmente estão presentes no microclima local, retroalimentando o processo corrosivo.

Os principais elementos químicos presentes na maior parte das reações de corrosão são: água (H2O), oxigênio (O2) e gás carbônico (CO2) para a maioria das regiões, acrescentando o cloreto de sódio (NaCl) nas áreas próximas ao mar . Outras substancias ácidas ou alcalinas, sulfatos, sais e outras formas de cloretos também  podem contribuir para o processo de corrosão.

Várias reações físico-químicas complexas ocorrem na degradação do concreto armado, porém há um mecanismo comum em todos os casos que caracteriza o processo de corrosão que é a formação de uma diferença de potencial entre uma zona anódica (aço que corrói) e uma zona catódica (aço que não se corrói), sendo tecnicamente conhecido por potencial de corrosão. A mensuração desse potencial se faz através de um eletrodo de referência denominado semi-célula de cobre / sulfato de cobre e um conjunto de equipamentos mecânicos e eletrônicos para proceder as medições que determinam a probabilidade da evolução do processo corrosivo ou a indicação de que o mesmo ainda não teve início, de acordo com os procedimentos internacionais constantes na norma ASTM C 876.

O mais importante é que esse procedimento é simples e não há a necessidade de destruição do concreto armado, sendo necessário apenas uma pequena incursão de um condutor em um ponto das armaduras que poderá ficar embutido na própria estrutura para facilitar as medições periódicas. Ao ser identificado com antecedência o processo da corrosão e sua intensidade, as intervenções para reabilitação estrutural poderão ter custos baixíssimos. Caso a recuperação estrutural ocorra após o surgimento visual da corrosão, seus custos poderão aumentar em até 25 vezes (Lei de Sitter), onerando muito os serviços.

Para complementar o monitoramento estrutural de uma forma eficaz, todos os procedimentos deverão ser acompanhados por um engenheiro especialista com a realização de vistorias gerais na edificação, além da execução de outros ensaios no concreto investigado, quando necessário, dentre os quais se destacam a frente de carbonatação, perfil de cloretos, resistência mecânica e módulo de elasticidade.

 

EQUIPAMENTOS DA ENGENHARIA DIAGNÓSTICA

 

  

Dispomos de especialistas e equipamentos de alta tecnologia para monitorar a estrutura do seu prédio.

 

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